CBO 3518-15 - Papiloscopista policial - Descrição do cargo, funções, competências e atividades exercidas pelos agentes de investigação e identificação
O profissional no cargo de Papiloscopista policial CBO 3518-15 executa trabalho pericial de identificação humana, coletando, analisando, classificando, arquivando e pesquisando impressões digitais, impressões palmares (das mãos) e impressões plantares (dos pés) Atua de acordo com parâmetros técnicos, legislação, princípios de ética e sigilo, normas regulamentadoras de saúde e segurança no trabalho e de preservação do meio ambiente .
CBO 3518-15 é o Código Brasileiro da Ocupação de agentes de investigação e identificação que pertence ao grupo dos técnicos de nivel médio nas ciências administrativas, segundo o Secretaria da Previdência e Trabalho do Ministério da Economia.
Confira funções, descrição do cargo de Papiloscopista policial, atividades principais, atribuições, mercado de trabalho, dados salariais oficiais atualizados para a função, bem como o salário pago para os Agentes de investigação e identificação CBO 3518-15 em todo Brasil.
Divisões de categorias profissionais do CBO 3518-15
- Técnicos de nível médio.
- Agentes de investigação e identificação.
- Técnicos de nivel médio nas ciências administrativas.
O que faz um Papiloscopista policial
O Papiloscopista policial CBO 3518-15 procede à identificação civil e criminal de indivíduos, executando, orientando, supervisionando e fiscalizando os trabalhos de coleta de impressões digitais, impressões palmares e impressões plantares Procede à técnica de levantamento papiloscópico em locais de crimes para posterior localização, revelação, decalque e transporte de fragmentos digitais, palmares e plantares em objetos de diferentes superfícies.
Planeja, coordena e controla a realização de pesquisa em banco de dados automatizados de leitura, comparação e identificação de impressões papilares.
Identifica cadáveres em diferentes estados, através de perícia necropapiloscópica Efetua busca de pessoas desaparecidas por meio do estudo das impressões papilares.
Elabora relatórios e laudos de perícias papiloscópicas para a estruturação e conclusão de inquéritos policiais, bem como para julgamentos e exumação de corpos Executa ou orienta o arquivamento de impressões digitais, palmares e plantares.
Pode desempenhar outras atividades de natureza policial e administrativa que lhe forem atribuídas.
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Funções do cargo
O funcionário CBO 3518-15 deve efetuar prisões, comunicar-se, demonstrar competências pessoais, investigar crimes, periciar documentos, objetos e locais de crime, identificar pessoas e cadáveres, organizar registros papiloscópicos, prevenir crimes, planejar investigação.
Condições de trabalho dessas profissões
Agentes de investigação e identificação investigadores de polícia e papiloscopistas policiais trabalham em órgãos da administração pública, de segurança e defesa, como estatutários. Os detetives profissionais atuam em empresas de serviços pessoais ou por conta -própria. O trabalho dessas ocupações, geralmente, é realizado em equipe, sob supervisão ocasional. Os profissionais trabalham em locais fechados, abertos ou em veículos, em horários irregulares e variados, com ou sem rodízio de turnos. Podem estar sujeitos a situações de pressão, à exposição de material tóxico e risco de morte.
Exigências do mercado de trabalho para o CBO 3518-15
O exercício dessas ocupações requer escolaridade de nível médio e formação profissional de duzentas a quatrocentas horas-aula (investigadores policiais) e mais de quatrocentas horas-aula (detetives profissionais). Os papiloscopistas são qualificados em cursos especilizados, com mais de quatrocentas horas-aula, ministrados pelas academias de polícia. Requer-se escolaridade de nível superior para os papiloscopistas da polícia federal.
Atividades exercidas por um Papiloscopista policial CBO 3518-15
Um Papiloscopista policial (ou sinônimo) deve produzir estatísticas, confrontar impressões digitais, palmares e plantares, classificar impressões digitais e palmares, arrolar testemunhas, preparar retrato falado, pesquisar nos arquivos dactiloscópicos e onomásticos, capacitar-se fisicamente, manejar armas, agir com civilidade e respeito, demonstrar capacidade visual, assinalar pontos característicos nas impressões papilares, preservar local do crime, auxiliar na reconstituição de crimes e locais, emitir laudos periciais e pareceres técnicos, manter-se atualizado, manter ética profissional, dirigir viaturas de forma ofensiva e defensiva, expedir atestado de antecedentes, manter boa apresentação, prestar testemunho, agir com bom senso, atualizar acervo do museu de papiloscopia, qualificar a pessoa - levantar dados pessoais, demonstrar coragem, confeccionar luvas cadavéricas, colher depoimentos e declarações, localizar impressões papilares, operar aparelhos óticos e de tratamento digital de imagens, verificar documentos, conduzir a autoridade policial as partes envolvidas no crime, planejar trabalho de papiloscopia, elaborar relatórios, desenhar croquis do local do crime, bloquear vigência de carteira de identidade extraviada ou roubada, trabalhar em equipe, entrevistar pessoas, demonstrar paciência, revelar impressões dígito-papilares latentes, agir discretamente, coletar impressões digitais, palmares e plantares, cumprir determinações judiciais, arquivar fichas individuais dactiloscópicas, colher provas de crime, ensinar técnicas de papiloscopia, fotografar pessoas, objetos e locais, aperfeiçoar técnicas de papiloscopia, demonstrar perspicácia, trocar informações com órgãos congêneres do país e do exterior, arquivar fragmentos de impressões dígito-papilares, atestar veracidade de documentos de identidade, proteger patrimônio, garantir integridade física e moral do preso.